Tabela dos libros de xuño de 2017, por Armando Requeixo

Desde o blogue Criticalia, de Armando Requeixo:
“Velaquí a derradeira Tabela dos Libros deste curso, que ofrece a lista de títulos que Francisco Martínez Bouzas, Inma Otero Varela, Mario Regueira, Montse Pena Presas e eu estimamos como os máis recomendables entre os publicados nas últimas semanas.Vaia para eles catro o meu máis fondo agradecemento por, un ano máis, ter prestado a súa axuda xenerosamente e facer posible esta sección.
¡Volvemos en setembro! Ata daquela, boas vacacións e felices lecturas.”

Tabela dos Libros de maio de 2017, por Armando Requeixo

Desde o blogue Criticalia, de Armando Requeixo:
“Como cada mes, chega a nova Tabela dos Libros que ofrece a lista de títulos que Francisco Martínez Bouzas, Inma Otero Varela, Mario Regueira, Montse Pena Presas e eu estimamos como os máis recomendables entre os publicados nas últimas semanas.”

Taboleiro do libro galego (febreiro e marzo 2017), por Ramón Nicolás

Desde o blogue de Ramón Nicolás, Caderno da crítica:
“Velaquí unha nova e, neste caso, derradeira entrega do Taboleiro do libro galego. Logo dalgúns anos con este proxecto Caderno da crítica dá por concluído este ciclo. A miña gratitude para as dez librarías colaboradoras deste taboleiro -Trama, Lila, Libros para Soñar, Cronopios, Miranda, Cartabón, Biblos, Paz, Suévia e Pedreira- e mais tamén a todas aquelas que colaboraron, xenerosa e desinteresadamente, para contribuír a visibilizar o libro galego. Vaia o meu recoñecemento para elas e para todas as persoas que fostes, que sodes, seguidoras desta sección. Grazas sempre.

NARRATIVA
1º-. Ana Cabaleiro, Sapos e sereas, Galaxia.
2º-. Antón Riveiro Coello, A ferida do vento, Galaxia.
3º-. Dolores Redondo, Todo isto che darei (tradución Dolores Torres), Xerais.
4º-. Manuel Esteban, A ira dos mansos, Xerais.
5º-. Xabier Quiroga, Izan, o da saca, Xerais.
6º-. Xosé Monteagudo, Todo canto fomos, Galaxia.
7º-. Inma López Silva, Aqueles días en que eramos malas, Galaxia.
8º-. Isaac Xubín, Non hai outro camiño, Xerais.
9º-. Emma Pedreira, Corazón e demais tripas, Positivas.
10º-. Ramón Nicolás, O espello do mundo, Xerais.

POESÍA
1º-. Lupe Gómez, Camuflaxe, Chan da Pólvora.
2º-. Francisco Cortegoso, Suicidas, Chan da Pólvora.
3º-. Marta Dacosta, Na casa da avoa, Galaxia.
4º-. Fran Alonso, Terraza, Xerais.
5º-. Xosé Iglesias, A relixión do mar, IEM.
6º-. Manuel Antonio, De catro a catro (manuscrito inédito), (edición de Anxo Tarrío), Alvarellos.

ENSAIO-TEATRO
1º-. María Xesús Lama, Rosalía de Castro. Cantos de independencia e liberdade (1837-1863), Galaxia.
2º-. Luís Bará, Non des a esquecemento, IEM.
3º-. Henrique Monteagudo, Carlos Casares un contador de historias. Vida e obra, Galaxia.
4º-. Ana Torres Jack, Máis aló do azul e do rosa, Galaxia.
5º-. Salvador Rodríguez, Historias de galegos extraordinarios, Belagua.

XUVENIL
1º-. María Solar, Os nenos da varíola, Galaxia.
2º-. Ledicia Costas, Jules Verne e a vida secreta das mulleres planta, Xerais.
3º-. Iria Misa, Xa non estou aquí, Xerais.
4º-. Carlos Meixide, Cans, autoedición.

INFANTIL
1º-. Ledicia Costas – Víctor Rivas, Esmeraldina, a pequena defunta, Xerais.
2º-. Ledicia Costas – Víctor Rivas, Escarlatina, a cociñeira defunta, Xerais.
3º-. Carlos Casares, A galiña azul, Galaxia.
4º-. Xoán Carlos Domínguez Alberte, Versos para conversar, Galaxia

ÁLBUM ILUSTRADO
1º-. Iago López, Macus Romero, O cociñeiro Martiño, Xerais.
2º-. Carlos Casares, Toribio e o contador de contos, Galaxia.
3º-. María Lado, Rosalía de Castro, Urco.
4º-. Xosé Ballesteros, Marco Somà, Os tres porquiños, Kalandraka.

LIBROS CD-DVD
1º-. VV.AA., Aire. Maria Fumaça, Galaxia.
2º-. Migallas, Canta connosco, Kalandraka.
3º-. Miguel Ángel Alonso, Luz Beloso, Mel, unha mosca agradecida, Nova Galicia.
4º-. Paulo Nogueira e Magoia Bodega (ilustracións de Mariona Cabassa), Non hai berce coma o colo, Kalandraka.

BANDA DESEÑADA
1º-. Jacobo Fernández, Marcopola 4. Avoa power, Xerais.
2º-. Luís Davila, O bichero VI, Edición do autor.
3º-. Miguelanxo Prado, Presas fáciles, El Patito Editorial.
4º-. Alfonso Martínez, Nathan Carter e Juan Junquera, O regreso do caralludo sr. Mundo, Volta Editores.

Tabela dos Libros de abril de 2017, por Armando Requeixo

Desde o blogue Criticalia, de Armando Requeixo:
“Co primeiro luns do mes, chega a nova Tabela dos Libros que ofrece a lista de títulos que Francisco Martínez Bouzas, Inma Otero Varela, Mario Regueira, Montse Pena Presas e eu estimamos como os máis recomendables entre os publicados nas últimas semanas.”

Teresa Moure: “O futuro convida a centrar os nossos esforços na tarefa de dar cabo do Apartheid ortográfico, de procurarmos um público sem prejuízos, de ganharmos espaços”

Entrevista a Teresa Moure no Portal Galego da Língua:
“(…) – Portal Galego da Língua (PGL): Vens de dar começo a um blogue pessoal de crítica literária, A tecer aranheiras. Ti própria diz fazê-lo “quando blogues já não estão na moda, quando ninguém tem tempo para ler”, fazendo um apelo à resistência. De que jeito pode a crítica, hoje, edificar uma resistência?
– Teresa Moure (TM): A cada dia que passa mais sou persuadida pela ideia de que fica pouco tempo para um certo tipo de literatura. O pessoal devora textos on-line, mas acha não ter um momento propício para outros formatos mais clássicos. Nesse sentido, é possível que a palavra resistência se module mais uma vez entre nós. O meu objetivo consiste, portanto, em tecer uma rede de cumplicidade entre criador@s que ainda tentamos construir mundos ou enviar mensagens para o público, embora tantas dificuldades. A tecer aranheiras concentra-se especialmente em livros invisíveis pelo seu género (poesia, ensaio), ou pela temática e o estilo; livros pouco divulgados nos meios convencionais ou declaradamente proscritos do núcleo oficial da cultura. Tem muito de subversão, de denúncia dos circuitos diminutos da crítica neste país, e também muito de brincadeira pessoal.
– PGL: Do mesmo ponto da crítica (que é sempre, mesmo em sentido inverso, também o da instituição), qual achas que é o estado das letras reintegracionistas? Quais os seus caminhos mais fecundos em clave de futuro?
– TM: Toda a literatura galega é um produto contrapoder por definição. Assim nasceu, como uma reivindicação nacional, e dalguma maneira esse é seu perfil caraterístico, visto que continua a ser vetada na maioria das montras das livrarias. Num tal contexto, a literatura galega reintegracionista constituiu mesmo as margens das margens. Porém, nos últimos tempos, timidamente, e devido a circunstâncias externas a seus criadores, parece visualizar-se um bocado. Como tais produtos literários, as criações em normativa reintegracionista têm a garantia duma vontade de língua, que é um motor importante nesta arte. O futuro convida a centrar os nossos esforços na tarefa de dar cabo do Apartheid ortográfico, de procurarmos um público sem prejuízos, de ganharmos espaços. A qualidade e as vontades de tantas criadoras e criadores não podem ser inúteis. (…)
– PGL: Bolcheviques (1917-2017), livro coordenado por ti e editado por Através e Xerais, vem de ser escolhido como um dos melhores ensaios do ano pelos leitores de Fervenzas Literarias. Agora que têm passado já umas semanas desde a sua aparição, e que começaste a fazer lançamentos da obra, como avalias a experiência?
– TM: Os volumes de Bolcheviques, um único livro com duas editoras, constituem uma experiência sem precedentes na nossa história editorial e bastante esquisita em qualquer lugar. As grandes editoras dum país pequeno e culturalmente ocupado por outra língua decidem uma política sem fendas: só publicam numa normativa isolacionista, rejeitando as possibilidades económicas e a difusão internacional que teria a ortografia histórica. Em consequência, no lado escuro, xorde uma alternativa editorial para dar voz à dissidência, por assim dizer. Perante uma tal situação, quando alguém quer organizar um volume de autoria coletiva sobre determinado tema, vai bater com que os autores e autoras especialistas de facto escrevem em normativas diferentes. Uma resposta possível, que também não é assim tão imaginativa, consiste em propor que cada autor(a) utilize a normativa da sua preferência e que o livro seja editado por duas editoras, que podem manter, desta maneira, as suas políticas ortográficas. Utilizei no prólogo a metáfora do rei Salomão com certa ironia. Desta vez, o Salomão decidiu partir a criança, a metade para cada mãe. Pretendíamos visualizar assim que, quando existir vontade, é possível procurar a via. A minha esperança é que no futuro imediato apareçam mais projetos onde a convivência das normativas dê nas vistas, experimentando com novas fórmulas. Porque nós, reintegracionistas, queremos lá estar, na cultura galega; não fazer parte dum grupo de exílio forçado.
Num sentido diferente, acho muito engraçado que seja eu (nem militante dum partido comunista, nem historiadora) a coordenadora. Ter escrito um romance sobre Inessa Armand e Lenine deu-me hipótese de partilhar opiniões políticas e históricas com boa parte da esquerda deste país. No ano passado fui convidada a participar num Comité para a celebração do centenário da revolução russa e lá propus que o meu contributo poderia consistir em publicar um livro. Eis o livro. (…)”

Tabela dos Libros de marzo de 2017, por Armando Requeixo

Desde o blogue Criticalia, de Armando Requeixo:
“Co primeiro luns do mes, chega a nova Tabela dos Libros que ofrece a lista de títulos que Francisco Martínez Bouzas, Inma Otero Varela, Mario Regueira, Montse Pena Presas e eu estimamos como os máis recomendables entre os publicados nas últimas semanas.”

Tabela dos Libros de febreiro de 2017, por Armando Requeixo

Desde o blogue Criticalia, de Armando Requeixo:
“Co primeiro luns do mes, chega a nova Tabela dos Libros que ofrece a lista de títulos que Francisco Martínez Bouzas, Inma Otero Varela, Mario Regueira, Montse Pena Presas e eu estimamos como os máis recomendables entre os publicados nas últimas semanas.”

Taboleiro do libro galego (decembro 2016-xaneiro 2017), por Ramón Nicolás

Desde o blogue de Ramón Nicolás, Caderno da crítica:
“Velaquí as novidades editoriais publicadas en lingua galega máis demandadas nalgunhas librarías galegas ao longo dos meses de decembro de 2016 e xaneiro de 2017. Nesta ocasión, a información subministrárona un total de doce librarías. Grazas, pois, a Cartabón, Casa del Libro de Vigo, Cronopios, Andel, Lila de Lilith, Suévia, Biblos, Librouro, Moito Conto, Trama, Miranda e Libros para Soñar.

NARRATIVA
1º-. Dolores Redondo, Todo isto che darei (tradución Dolores Torres), Xerais.
2º-. Antón Riveiro Coello, A ferida do vento, Galaxia.
3º-. Manuel Esteban, A ira dos mansos, Xerais.
4º-. Daniel Asorey, Nordeste, Galaxia.
5º-. Xabier Quiroga, Izan, o da saca, Xerais.
6º-. Patrick Ness, Un monstro vén a verme (tradución de Xesús Fraga), Kalandraka.
7º-. Xosé Monteagudo, Todo canto fomos, Galaxia.
8º-. María Solar, As horas roubadas, Xerais.
9º-. María Canosa, Cando cae a luz, Urco.
10º-. Inma López Silva, Aqueles días en que eramos malas, Galaxia.
11º-. María Reimóndez, A dúbida, Xerais.

POESÍA
1º-. Marilar Aleixandre, Desescribindo, Apiario.
2º-. Manuel Antonio, De catro a catro (manuscrito inédito), (edición de Anxo Tarrío), Alvarellos.
3º-. VV.AA., No seu despregar, Apiario.
4º-. Paula Carballeira, Nunca mascotas, Galaxia.
5º-. Marga Tojo, Últimos bruídos, Positivas.

ENSAIO-TEATRO
1º-. Ana Torres Jack, Máis aló do azul e do rosa, Galaxia.
2º-. Jorge Mira-María Canosa, A que altura está o ceo?, Alvarellos.
3º-. Isidro Dubert (ed.), Historia das historias de Galicia, Xerais.

XUVENIL
1º-. Ledicia Costas, Jules Verne e a vida secreta das mulleres planta, Xerais.
2º-. Héctor Cajaraville, Quen dá a quenda?, Xerais.
3º-. David Pérez Iglesias, Todo o tempo do mundo, Xerais.
4º-. Iria Misa, Xa non estou aquí, Xerais.
5º-. Carlos Meixide, Cans, autoedición.

INFANTIL
1º-. Ledicia Costas – Víctor Rivas, Esmeraldina, a pequena defunta, Xerais.
2º-. Ledicia Costas – Víctor Rivas, Escarlatina, a cociñeira defunta, Xerais.
3º-. María Canosa, Rubicundo, Xerais.

ÁLBUM ILUSTRADO
1º-. Iago López, Macus Romero, O cociñeiro Martiño, Xerais.
2º-. María Lado, Rosalía de Castro, Urco.
3º-. Xosé Ballesteros, Marco Somà, Os tres porquiños, Kalandraka.

LIBROS CD-DVD
1º-. VV.AA., Aire. Maria Fumaça, Galaxia.
2º-. Miguel Ángel Alonso, Luz Beloso, Mel, unha mosca agradecida, Nova Galicia.
3º-. Migallas, Canta connosco, Kalandraka.
4º-. Paulo Nogueira e Magoia Bodega (ilustracións de Mariona Cabassa), Non hai berce coma o colo, Kalandraka.
5º-. Paco Nogueiras e David Pintor, Brinca vai!, Kalandraka.

BANDA DESEÑADA
1º-. Jacobo Fernández, Marcopola 4. Avoa power, Xerais.
2º-. Luís Davila, O bichero VI, Edición do autor.
3º-. Miguelanxo Prado, Presas fáciles, El Patito Editorial.
4º-. Fermín Solís, Así é Santiago, El Patito Editorial.

Premios Fervenzas Literarias para Os mellores libros do 2016

DesdeFervenzas Literarias 2015 Fervenzas Literarias:
“Tras pechar o día 15 de xaneiro o prazo de votacións temos, un ano máis, os resultados onde as lectoras e os lectores de Fervenzas Literarias decidiron o que ao seu xuízo foi o mellor do 2016. En total, este ano recibimos 420 enquisas válidas.
Queremos agradecervos a todas e a todos as dez edicións nas que levades escollendo, a través dos vosos votos, os mellores libros do ano.
Desde Fervenzas Literarias queremos recoñecer a vosa participación e o voso interese en colaborar para formar estes listados de libros. Moitísimas grazas, xa que sen ese tempo que dedicades en votar sería totalmente imposible este traballo.
E agora os resultados… Os nosos parabéns aos premiados e premiadas!!!

– Mellor libro de narrativa para A ferida do vento, de Antón Riveiro Coello.
– Mellor libro de poesía para Os fillos da fame, de Ismael Ramos.
– Mellor libro de ensaio/investigación para Historia das historias de Galicia, coordinado por Isidro Dubert.
– Mellor libro de teatro para A filla de Woody Allen, de Santiago Cortegoso.
– Mellor álbum de banda deseñada para Presas fáciles, de Miguelanxo Prado.
– Mellor libro traducido para público adulto para Festa no xardín, de Katherine Mansfield, por Estela Villar Nogueira.
– Mellor libro de literatura xuvenil para Jules Verne e a vida secreta das mulleres planta, de Ledicia Costas.
– Mellor libro de literatura infantil para Esmeraldina, a pequena defunta, de Ledicia Costas.
– Mellor libro traducido de literatura infantil e xuvenil para Unha última carta, de Antonis Papatheodoulou, traducido por Manuela Rodríguez.
– Autora do ano para Diego Giráldez.
– Ilustrador do ano para Miguelanxo Prado.
– Mellor capa de libro para adultos para Galería de saldos, de Diego Giráldez, feita por Iago Sánchez Losada.
– Mellor capa de libro de literatura infantil e xuvenil para Jules Verne e a vida secreta das mulleres planta, de Ledicia Costas, por Andrés Meixide.
– Mellor editorial do ano para Galaxia.
– Mellor crítico/a literario/a para Armando Requeixo.
– O mellor acontecido para o Culturgal.
– O peor acontecido para o pasamento de Agustín Fernández Paz.
– Mellor Libraría para Libraría Couceiro.
– Mellor medio de comunicación para Praza.
– Mellor blog/web literaria para Criticalia, de Armando Requeixo.”

Tabela dos Libros de xaneiro de 2017, por Armando Requeixo

Desde o blogue Criticalia, de Armando Requeixo:
“Principia o ano e con el chega a primeira Tabela dos Libros da xeira. Nela figuran seleccionados os volumes que Francisco Martínez Bouzas, Inma Otero Varela, Mario Regueira, Montse Pena Presas e eu estimamos como os máis recomendables entre os publicados nas últimas semanas.”